sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Com Minha Liberdade

A pena jogada sobre a mesa
Papel borrado por tintas de vazio que assusta
Despertada por ventos suaves, nuâncias de sentimentos esquecidos, desconsertantes
Trêmula, escreve em talvez, em despertar de cores diversas
Escreve em gritos tão silenciosos
Dizendo sem querer dizer
Que o encanto, o olhar, a meiguice, o cheiro, a pele desconsertou
Devolveu vida
Tocou sonhos
E que se escreva
E que se não esqueça
E que seja vida
E que seja

(D'Alimar)